Digging Up the Marrow (2015)
Não procure monstros… ou você pode encontrá-los…
E se as imagens e abominações medonhas que assombram os nossos pesadelos coletivos realmente existissem? O escritor/diretor Adam Green (Hatchet) prepara-se para fazer um documentário a explorar essa premissa tentadora depois de ser contatado por um misterioso homem chamado William Dekker (Ray Wise). Dekker afirma que ele pode provar que ‘os monstros são reais’ e insiste que essas criaturas grotescas estão esquecidas - humanoides horrivelmente deformados que habitam numa grande metrópole subterrânea dos condenados. Determinado a expor a verdade, Green embarca numa odisseia de gelar os ossos e encontra mais do que deseja quando se atreve a cavar o Marrow.”
- Data de estreia
- 2015-02-20
- TMDB
- 5.4 / 10 (165)
- Duração
- 1 h 38 min
- Géneros
- Terror
- Realizador
- Adam Green
Elenco
- Ray Wise — William Dekker
- Adam Green — Self
- Kane Hodder — Self
- Mick Garris — Self
- Rileah Vanderbilt — Self
- Josh Ethier — Self / Vance / Little Bigfoot
- Tom Holland — Himself
- Sarah Elbert — Self
- Alex Pardee — Self / Park Ranger
- Nic Henley — Harlequin
- Caitlyn Brisbin — Tombstone
- Robert Pendergraft — Shadow
Curiosidades
Digging Up the Marrow é um filme norte-americano de 2014, dos gêneros comédia dramática, terror fantástico, suspense e biografia, escrito e dirigido por Adam Green. É estrelado pelo próprio Green e alguns funcionários de sua produtora cinematográfica, interpretando versões fictícias de si mesmos, e por Ray Wise, no papel de um homem que contata o cineasta e tenta convencê-lo de que os monstros realmente existem.
Produção
O conceito inicial do filme surgiu a partir de uma carta que o artista visual Alex Pardee, um fã de Adam Green, enviou ao cineasta. Em seu texto, Pardee usava da criatividade para contar o que seria a verdadeira história de um personagem criado por Green, Victor Crowley, da franquia Hatchet.
Ao escrever o roteiro, Green queria ter certeza de que as piadas internas não afetariam o prazer do público em geral não familiarizado com seu trabalho. Ele disse que piadas desse tipo foram adicionadas como bônus para os fãs que os notaram. Escolher o intérprete de Dekker não foi uma tarefa fácil para os cineastas, pois eles não tinham certeza se deveriam usar um ator desconhecido ou famoso.
A produção começou em 2010 e progrediu lentamente nos quatro anos seguintes, sempre que Green tinha tempo livre entre os projetos. O diretor sofreu dois grandes contratempos durante as filmagens e levaram-no a questionar o projeto: a morte de seu amigo Dave Brockie e seu divórcio de Rileah Vanderbilt. Ele tentou remover as cenas de Brockie e Vanderbilt, mas em ambos os casos foi convencido a não fazê-lo.
Os efeitos foram em maioria práticos. O escultor Greg Aronowitz trabalhou com os designs de Pardee, que foi contratado como supervisor. Robert Pendergraft criou os efeitos de maquiagem, construiu e operou as criaturas. Green sabia que deveria mostrar monstros no filme, porém, a equipe teve dificuldade em providenciar criaturas animatrônicas funcionais, dado o surrealismo dos designs de Pardee.
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