A Herdade (2019)
A saga de uma família proprietária de um dos maiores latifúndios da Europa, na margem sul do rio Tejo, convida-nos a mergulhar profundamente nos segredos da sua Herdade, fazendo o retrato da vida histórica, política, social e financeira de Portugal, dos anos 40, atravessando a revolução do 25 de Abril e até aos dias de hoje.
- Data de estreia
- 2019-09-19
- TMDB
- 7.0 / 10 (22)
- Duração
- 2 h 46 min
- Géneros
- Drama, História
- Realizador
- Tiago Guedes
Elenco
- Albano Jerónimo — João Fernandes
- Sandra Faleiro — Leonor
- Miguel Borges — Joaquim
- João Vicente — Leonel
- João Pedro Mamede — Miguel
- Ana Vilela da Costa — Rosa
- Rodrigo Tomás — António
- Teresa Madruga — Guilhermina
- Diogo Dória — General Lopo Teixeira
- Ana Bustorff — Isabel
- Victoria Guerra — Catarina
- Tónan Quito — Vítor Fonseca
Curiosidades
- Bilheteira: US$ 279,6 mil
- Prémios: 0 · Nomeações: 1
A Herdade é um filme épico de drama luso-francês de 2019, realizado por Tiago Guedes. O argumento foi escrito por Rui Cardoso Martins e Tiago Guedes, com colaboração de Gilles Taurand, a partir de uma ideia original do produtor Paulo Branco A obra é protagonizada por Albano Jerónimo, como João Fernandes, o patriarca de uma família proprietária de um dos maiores latifúndios da Europa, na margem sul do rio Tejo.
Produção
A Herdade é uma obra luso-francesa coproduzida pela Leopardo Filmes, a Alfama Films e Carlos Bedran (CB Partners), em associação com a APM – Ana Pinhão Moura Produções, que contou com o apoio financeiro do Instituto do Cinema e do Audiovisual, Rádio e Televisão de Portugal e do Fundo de apoio ao turismo e cinema.
O projeto de A Herdade iniciou-se por iniciativa do produtor Paulo Branco. Segundo o produtor: "O que me fascinou foi a possibilidade de fazer um retrato da vida nos latifúndios em Portugal, retrato que estava em grande parte por esboçar, mesmo tendo em conta que José Cardoso Pires já tinha abordado esse universo no romance O Delfim. Vivia-se um tempo fora da realidade, que era também um tempo fora dos padrões europeus.
A primeira abordagem ao filme, mais biográfica, não agradou a Paulo Branco que considerava "importante que o filme tivesse uma dimensão universal". Assim, o convite a Tiago Guedes para integrar o projeto despoletou várias alterações ao guião. Segundo o realizador "Houve alguém que serviu de ponto de partida ao Paulo Branco e ao Rui Cardoso Martins, pois foram eles os dois a elaborar uma primeira parte do argumento.
Tiago Guedes convidou um pequeno grupo de pessoas para lerem para os papéis. Segundo a equipa, Albano Jerónimo foi uma escolha imediata para interpretar o protagonista. Guedes justificou a escolha de Sandra Faleiro para interpretar Leonor porque a atriz "tem um peso trágico numa beleza, é especial e cativante".
Após as gravações, Roberto Perpignani iniciaria o processo de montagem da produção. Tal resultaria nas diferentes versões que se seguem:
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