Achados e Perdidos (2007)
Vieira (Antônio Fagundes) é um delegado aposentado que vive um caso com Magali (Zezé Polessa), uma prostituta. Quando Magali é encontrada morta em sua casa, amarrada nua à cama e com um saco de plástico na cabeça, Vieira logo é considerado pela polícia como o principal suspeito do crime. O próprio Vieira não sabe se cometeu o assassinato, pois no dia anterior estava embriagado e, com isso, não se lembra do que aconteceu. Em meio às suspeitas, Vieira se envolve com Flor (Juliana Knust), uma jovem prostituta que era também muito amiga de Magali, e passa a ser chantageado por um velho companheiro da polícia, que agora é político.
- Data de estreia
- 2007-04-19
- TMDB
- 4.9 / 10 (15)
- Duração
- 1 h 32 min
- Géneros
- Crime
- Realizador
- José Joffily
Elenco
- Antônio Fagundes — Vieira
- Zezé Polessa — Magali
- Juliana Knust — Flor
- Genézio de Barros — Monteiro
- Malu Galli — Vanessa
- Isaac Bernat — Marques
- Babu Santana — Leão
- Hugo Carvana — Juiz
- Roberto Bomtempo — Souza
- Ricardo Blat — Nicanor
- Flávio Bauraqui — Promotor Antunes
- Paulo Ascenção — Cliente da Boate
Curiosidades
Achados e Perdidos é um filme de drama policial brasileiro de 2006 dirigido por José Joffily a partir de um roteiro Paulo Halm e Jorge Durán. O roteiro do filme é baseado no livro homônimo escrito por Luiz Alfredo Garcia-Roza. O filme é protagonizado por Antônio Fagundes, Zezé Polessa e Juliana Knust e conta a história de um delegado que se torna o principal suspeito do assassinato de sua namorada, que é encontrada morta em seu apartamento.
Produção
Dirigido por José Joffily e escrito por Paulo Halm e Jorge Durán, o filme tem como base o livro Achados e Perdidos, de Luiz Alfredo Garcia-Roza e publicado em 1998. Entretanto, o filme não seguiu fielmente a história do romance. O filme foca no personagem Vieira, deixando o protagonista do livro, o detetive Espinosa, de lado.
As gravações do filme ocorrram no Rio de Janeiro e a direção de arte cuidou de trazer um ambiente diferente da cidade, onde nos é apresentado um Rio escuro e abafado, onde as ruas são sujas, fétidas e violentas. A música-tema "Hotel Fraternité" é de Arnaldo Antunes com trilha sonora de André Abujamra.
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